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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Coisas que você conseguirá fazer com o seu Apple Watch



1. VER AS HORAS
Sim, não vamos esquecer que o Apple Watch é... um relógio! Haverá a função de mostrar na tela as horas, com várias opções de design: ponteiros, mostrador digital etc.

2. MEDIR OS BATIMENTOS CARDÍACOS
Quatro sensores na parte de trás do relógio, que ficará encostada na pele, poderão medir as suas pulsações e seus batimentos cardíacos.

Com isso, haverá aplicativos voltados para o esporte e para o condicionamento físico.

3. CUIDAR DA SAÚDE
Medindo os batimentos e contando os seus passos, o relógio poderá controlar quantos quilômetros você andou e até emitir alertas quando você passar muito tempo sentado.

4. GERENCIAR SEUS CONTATOS
Você poderá acessar a sua agenda de contatos, sincronizada com o seu smartphone.

5. FAZER E RECEBER CHAMADAS
Você também conseguirá receber as chamadas telefônicas de seu celular, sem tirá-lo do bolso. Conseguirá controlar tudo pelo relógio.


6. FAZER PAGAMENTOS
Você conseguirá fazer pagamentos usando o relógio, assim como já existem os métodos de pagar usando o smartphone.

7. MANDAR E RECEBER MENSAGENS
Assim que chegar uma mensagem em seu smartphone, você conseguirá checá-la rapidamente no pulso.

8. USAR APLICATIVOS
Os aplicativos que já conhecemos, como o Facebook, desenvolverão suas versões para o relógio. Você receberá notificações e mensagens práticas, se desejar.

9. USAR NOVOS APLICATIVOS
Mas empresas já começaram a desenvolver aplicativos específicos para o relógio. Por exemplo, a BMW: está criando um app que fará você ligar o seu carro diretamente do dispositivo.


10. USAR O COMANDO DE VOZ
A Siri estará presente no Apple Watch também. Com um simples comando de voz, poderá buscar por ruas, contatos, cinemas, restaurantes, previsões do tempo...

11. RECEBER INFORMAÇÕES
O Apple Watch pretende ajudar nos detalhes do dia a dia. Por exemplo: com um app de uma companhia aérea, ele lembrará automaticamente o horário do seu voo.


Novo premiê da Grécia, esquerdista Tsipras promete fim da austeridade



O líder esquerdista grego Alexis Tsipras foi empossado nesta segunda-feira como primeiro-ministro de um novo governo linha-dura e contrário ao resgate financeiro, determinado a enfrentar os credores internacionais e encerrar cinco anos de medidas econômicas severas.

A vitória decisiva do partido de Tsipras, o Syriza, na eleição antecipada de domingo renovou os temores de novas dificuldades financeiras no país que deu início à crise regional de 2009. Também é a primeira vez que um dos 19 membros da zona do euro será governado por partidos que rejeitam a austeridade defendida pela Alemanha.

O sucesso de Tsipras deve fortalecer as legendas europeias periféricas, inclusive outros movimentos antiausteridade em todo o sul da região, ainda em dificuldades econômicas. A surra nos conservadores representa uma derrota do meio termo na política do continente, que se perdeu num debate de crescimento versus disciplina orçamentária durante cinco anos enquanto os eleitores sofriam.

Sem usar gravata, como é seu estilo, o ex-estudante e comunista Tsipras, de 40 anos, tornou-se o primeiro premiê da história grega a ser empossado sem o juramento tradicional com uma bíblia e a bênção com manjericão e água do arcebispo da Grécia.

Em uma curta cerimônia secular na qual prometeu honrar a Constituição, Tsipras disse ao presidente, Karolos Papoulias: "Temos uma estrada íngreme adiante."

Como gesto simbólico, sua primeira ação no cargo foi comemorar a resistência dos combatentes gregos com rosas vermelhas num memorial de Atenas às pessoas executadas pelos nazistas.

Desafiando as previsões de que iria se transformar de populista em pragmático assim que assumisse, Tsipras rapidamente selou um acordo de coalizão com o pequeno partido Gregos Independentes, que também se opõe ao programa de empréstimos da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional (FMI).

O Syriza conquistou 149 dos 300 assentos do Parlamento com sua campanha "A Esperança está Chegando!", ficando a duas cadeiras da maioria absoluta e necessitando de um parceiro de coalizão. Os Gregos Independentes, que discordam do Syriza em muitos temas sociais, como a imigração ilegal, obtiveram 13 vagas.

A aliança é incomum. Os partidos, que estão em extremos opostos do espectro político, só compartilham o ódio mútuo pelo programa de resgate de 240 bilhões de euros, que forçou o país a promover cortes no orçamento.

“À primeira vista, isso parece um casamento muito estranho, mas os dois partidos dividem uma forte oposição à austeridade”, disse o analista da consultoria IHS Global Insight, Diego Iscaro.


A união dá a entender que Tsipras irá manter a animosidade contra os credores da Grécia, que descartaram as exigências dele de um cancelamento da dívida e insistiram que o país precisa de reformas e medidas de austeridade para colocar suas finanças de volta nos trilhos.

Asteroide passa raspando pela Terra, mas cientistas descartam risco



Um asteroide do tamanho de uma montanha passa raspando pela Terra segunda e terça-feira, em um sobrevoo que não voltará a ocorrer em uma década, anunciaram astrônomos, descartando risco de colisão.

Não há nenhuma chance de que o asteroide, conhecido como 2004 BL86, caia na Terra. Em sua máxima aproximação do nosso planeta, por volta das 14H00 de Brasília (16H00 GMT), esteve a uma distância três vezes maior do que a Lua.

De qualquer forma, em termos espaciais, trata-se de uma distância muito curta. "No momento em que alcançar seu ponto mais próximo, em 26 de janeiro, estará a aproximadamente 1,2 bilhão de quilômetros da Terra", informou, em um comunicado, o Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa.

Esta foi a primeira vez em 200 anos que este asteroide em particular passa tão perto da Terra.

O asteroide 2004 BL86 é especial porque é uma rocha espacial muito maior do que a maioria: mede cerca de 0,5 Km, enquanto no no geral os objetos que se aproximam da Terra costumam ter entre 15 e 30 metros de diâmetro.

"É a maior rocha espacial que deve passar tão perto da Terra até 2027", ano em que o planeta receberá a visita do asteroide 1999 AN10, destacou a revista especializada Sky and Telescope.

Infelizmente, o asteroide 2004 BL86 não ficou visível a olho nu.

A aparição do cometa não será especial "porque na Terra só uma parte de seu lado iluminado ficará visível", detalhou a revista.

Pouco a pouco, o asteroide irá ganhando brilho e o melhor momento para visualizá-lo nas Américas do Norte e do Sul, na Europa e na África será entre a 23H00 desta segunda e as 04H00 de terça, horário de Brasília (entre 01H00 e 06H00 GMT de terça-feira).

"Durante este período, o 2004 BL86 se dirigirá para o norte, através da constelação de Câncer", prosseguiu a revista.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Premiê britânico cai em trote e governo revê normas de segurança




O governo britânico disse que vai rever seus procedimentos de segurança após o premiê David Cameron receber uma ligação de trote.

Autoridades de Downing Street - como é conhecida a residêncial oficial do primeiro-ministro - afirmaram que o autor da brincadeira se identificou como Robert Hannigan, diretor da agência de espionagem do país, GCHQ (sigla em inglês para Quartel General de Comunicações do Governo).

"O primeiro-ministro desligou quando ficou claro que era um trote. Em nenhum momento informações sensíveis foram reveladas", informou um comunicado do governo.

O telefonema foi feito para um celular oficial e a conversa teria sido "muito curta".

O GCHQ também está revendo procedimentos depois que o número do telefone celular de Hannigan foi descoberto em um outro trote.

Histórico de trotes

Não é a primeira vez que Downing Street cai num trote.

Em 1998, o apresentador de uma rádio, Steve Penk, fingiu ser o então líder do partido conservador, William Hague, e conseguiu falar com Tony Blair.

Quatro anos depois, uma onda de trotes sobrecarregou as linhas telefônicas do governo. As pessoas telefonavam e pediam para falar com o "Tony".

Após o mais recente incidente, um alerta foi enviado a todos os outros departamentos do governo para evitar que episódios semelhantes se repitam.


"Tanto o GCHQ quanto o Executivo levam a segurança a sério e estão revendo procedimentos para assegurar que o governo aprenda lições com esse incidente", afirmou a nota.

Com novo governo, Grécia reacende velhas preocupações



A vitória do partido radical de esquerda Syriza nas eleições parlamentares gregas neste domingo causou apreensão na Europa.

Com uma plataforma de combate às medidas de austeridade impostas ao país como parte de um imenso pacote de ajuda financeira depois da crise mundial de 2008, o Syriza se beneficiou da imensa insatisfação popular com o governo do primeiro-ministro Antonis Samaras.

Conquistou 150 das 300 cadeiras do Parlamento Helênico - uma a menos que a maioria absoluta. Mas nesta segunda-feira o partido anunciou uma coalizão com a legenda de direita Gregos Idependentes que, apesar da ideologia divergente, tem em comum a bandeira antiausteridade.

Leia mais: Syriza, o partido que dá esperança e medo aos gregos

Leia mais: Vitória da extrema esquerda amplia incerteza sobre futuro da Grécia

Em seu discurso da vitória, o líder do Syriza e futuro premiê grego, Alexis Tsipras, reafirmou sua intenção de renegociar os termos da dívida externa do seu país, o que derrubou a cotação do euro em relação ao dólar para o patamar mais baixo em 11 anos.

Compromissos
Há nos mercados o temor de que a ascensão de Tsiras ao poder resulte em uma futura saída da Grécia da zona do euro - o grupo de 19 dos 28 países da União Europeia que adotam a moeda única.

O novo premier afirma que quer renegociar a dívida de quase R$ 700 bilhões resultante da ajuda recebida pela Grécia de três organismos internacionais - União Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional.

Sua lista de promessas de campanha inclui também um aumento do salário mínimo de 580 para 751 euros (cerca de R$ 2.180), a reversão de cortes no orçamento público. Música para os ouvidos num país em que a crise econômica e a política de austeridade catapultaram o desemprego para 22%.

Leia mais: Por que a Grécia volta assustar a Europa?

Durante a campanha eleitoral, diversas autoridades europeias expressaram publicamente sua preocupação com a situação política da Grécia.

O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, chegou a quebrar o protocolo ao fazer uma espécie de alerta ao eleitorado grego, classificando uma então possível vitória do Syriza como a "opção errada" de voto.

Juncker voltou a se pronunciar na última quinta-feira, afirmando que um novo governo teria de respeitar os compromissos assumidos por administrações anteriores.

A Grécia foi um assunto no alto da pauta da reunião de ministros da área econômica da UE nesta segunda-feira em Bruxelas. Uma postura de contestação grega pode influenciar países de economia claudicante, como a Espanha e a Itália.

Leia mais: Eleição grega testa recuperação pós-crise

Pelo menos por enquanto, analistas não acreditam numa saída e apostam em algum tipo de compromisso entre os gregos e os credores internacionais - especula-se, por exemplo, sobre uma moratória de seis meses no pagamento de juros.

Inegável, no entanto, é o efeito simbólico de um partido que antes da crise de 2008 era uma "legenda anã" - no pleito de 2004, por exemplo, elegeu apenas seis representantes para o Parlamento Helênico - e agora se converteu na principal força política pela via eleitoral.

Os chamados partidos periféricos vêm crescendo nos países europeus de economia mais delicada.

Antes da vitória do Syriza na Grécia, o exemplo mais lembrado era o Podemos, da Espanha, formado por gente sem afiliação política e que com apenas quatro meses de existência conquistou 5% dos votos nas eleições espanholas para o Parlamento Europeu, no ano passado.

Na Grã-Bretanha, chama atenção a ascensão do Ukip, partido que pode mexer no equilíbrio de poder nas próximas eleições britânicas, que acontecem em cem dias.

Site da Sabesp vai informar horários e locais em que deve faltar água



A Companhia Estadual de Saneamento Básico (Sabesp) informou que vai disponibilizar em seu site, a partir da próxima semana, uma lista com horários e locais onde haverá diminuição da pressão na rede de abastecimento. A manobra provoca falta d'água em diferentes regiões da cidade. O órgão reconhece que as localidades mais altas e longe dos reservatórios são as que mais sofrem com a medida. A empresa informou que faz ajustes para evitar que a população fique mais de 24 horas sem água e orienta que os moradores adquiram caixa-d’água e façam uso racional do recurso.

Uma das medidas adotadas pela Sabesp para combater a crise hídrica no estado é o fornecimento de caixas-d’água gratuita a clientes de baixa renda. De acordo com o órgão, o objetivo é manter o abastecimento nos imóveis por até 24 horas. Podem participar do programa clientes com rendimento familiar de até três salários mínimos e residentes em áreas reconhecidas pela Sabesp com socialmente vulneráveis.

Entre as ações de emergenciais, a companhia apontou que houve um incremento da produção de água de reúso. Atualmente, 0,504 metro cúbico/segundo (m3/s) são produzidos nas Estações de Tratamento de Esgotos (ETEs). Essa água atende a aproximadamente 50 clientes, como prefeituras e empresas que prestam serviço para prefeituras, empreiteiras, indústrias de papel e celulose, têxtil e petroquímicas. O órgão espera entregar, em dezembro deste ano, duas Estações de Produção de Água de Reúso (EPARs). Uma delas vai tratar o esgoto coletado na região de Interlagos e a outra em Barueri. A primeira deve produzir 2 m3/s e a segunda, 1 m3/s.

A Sabesp destacou que a interligação dos sistemas de distribuição permitiu um socorro ao Cantareira. Com o deslocamento de água do Guarapiranga, Alto Tietê e Rio Grande, 3 das 9 milhões de pessoas que eram atendidas pelo Cantareira passaram a ser abastecidas por outros sistemas. O órgão espera ampliar a produção de água com o Sistema Produtor de Água São Lourenço, que tem previsão de entrega para 2017. Cerca de 1,5 milhão de pessoas da região oeste da região metropolitana devem ser contempladas com o acréscimo de 4,7 m3/s.

Mesmo com a entrada do volume morto, que acrescentou 290 bilhões de litros ao Cantareira, o sistema acumula perdas sucessivas, tendo chegado na sexta-feira (23) a 5,3% da capacidade. A companhia informou que a produção média de água para a região metropolitana de São Paulo está em 53 metros cúbicos por segundo (m3/s). Em janeiro de 2014, o volume produzido chegava a 71 m3/s. A produção atual do Sistema Cantareira é 18 m3/s. Antes, o volume chegava a 33 m3/s.


Editor Lílian Beraldo

Calor de janeiro deve ser recorde em São Paulo



A última semana de janeiro de 2015 será marcada por dias quentes em São Paulo, com sol e as pancadas de chuva com raios à tarde e à noite. Pode chover forte em várias áreas da capital e da Grande São Paulo. A sensação de calor será constante. A temperatura à tarde só deve ficar abaixo dos 30°C no fim da semana, com a passagem de uma nova frente fria pelo litoral paulista.

Mas esta semana reserva um recorde de calor duplo para São Paulo: janeiro de 2015 poderá ser não apenas o janeiro mais quente já registrado, em 72 anos de medições, mas também o mês mais quente da história climática da cidade

Janeiro muito mais quente do que o normal

Janeiro é normalmente uma época de calor, de ar abafado na região da cidade de São Paulo. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, a média das temperaturas máximas de janeiro no período de 1943 a 2014 foi de 27,7°C e as média das temperaturas mínimas foi de 18,6°C, no mesmo período.

Em 25 dias, as temperaturas máximas registradas em janeiro de 2015 no Mirante de Santana ficaram abaixo da média de 27,7°C em apenas dois dias. A média das temperaturas mínimas ficou abaixo dos 18,6°C em dois dias também.

© Fornecido por Climatempo
As temperaturas de janeiro estão extremas, muito acima do normal para esta época do ano e há uma enorme chance de janeiro de 2015 terminar com um duplo recorde de calor: o janeiro mais quente da história de medições no Mirante, que começou em 1943, e o mês mais quente já registrado desde 1943, portanto em 72 anos de medições.

No dia 19 de janeiro de 2015, o Inmet registrou uma temperatura máxima de 36,5°C o Mirante de Santana. Esta foi a sexta maior temperatura já medida no Mirante desde 1943, considerando todos os meses do ano, e a quarta mais alta para um dia de janeiro.

Possibilidade de recorde histórico de calor

O ar polar que passou por São Paulo no fim da semana passada casou grande queda da temperatura, fazendo com que entre os dias 22 e 25 de janeiro,  a máxima ficasse abaixo ou igual aos 30°C e a mínima ficasse abaixo dos 20°C. Mas isto não foi suficiente para desviar o curso do calor que vem sendo observado em janeiro de 2015.

© Fornecido por Climatempo
Fazendo as contas, a média das temperaturas máximas registradas no Mirante de 1 a 25 de janeiro de 2015 está em torno de 32,3°C. O janeiro mais quente e o mês mais quente já observado na cidade de São Paulo até agora foi o de janeiro de 2014 que teve média de temperatura máxima de 31,9°C.

O calorão vai voltar?

Por enquanto, não. Até o dia 29 de janeiro, a previsão é de que a temperatura passe dos 30°C durante as tardes. Nos dias 30 e 31, os termômetros voltam a baixar dos 30°C por causa da passagem de uma frente fria.

Porém, o recorde de mês mais quente já observado na história climática de São Paulo só não será batido se as temperaturas máximas até o fim do mês forem iguais ou menores do que 30,0°C.

Se de 26 a 31 de janeiro, a temperatura superar 30°C em um só dia, a média das temperaturas máximas vai igualar o recorde atual de 31,9°C, de janeiro de 2014.


Se nos próximos quatro dias, a temperatura máxima for igual ou maior do que 31,0°C, a média de 31,9°C será superada e janeiro de 2015 será o mês mais quente já registrado na cidade de São Paulo em 72 anos.